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V.V.G.

Quarta-feira, 02.03.11

 

Bebeu-o um sonho qualquer

E, pouco a pouco,

Começou a entender

A linguagem de todos os silêncios

No  discurso temível do Mistral

 

Peça a peça,

Cada vez menos uno,

Indistinguia-se da linha imaginada

De cada horizonte

Em que houvesse,

Pelo menos,

Três árvores de folha perene,

Um céu manso de porcelana azul,

Um girassol

E um homem capaz

De olhar para dentro de si mesmo


 

Era,

À força de não ser coisa nenhuma,

Aquilo que sentia através da cor.

 

 


 

 

Maria João Brito de Sousa – 01.03.2011 – 23.25h

 

 

 

 

Digo Eu; A Arte não se quer uma coisinha suave, alegre e politicamente correcta. A Arte quer-se em vendavais, em erupções da mais genuína criatividade.

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publicado por Maria João Brito de Sousa às 16:06








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