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MISTÉRIOS DE CANETA

Segunda-feira, 13.07.09

Nos cabelos das ondas,

Nos lençóis de areia,

Nas luas de papel

Que os dedos das horas

Recortaram, sem saber,

Nas estrelas que a maré semeia

De infinitos tentáculos,

Aí, percorridos os minutos, um a um,

Cristalizam-se os mistérios improváveis

De cada paixão por conceber

E nenhum sonho aceita os impossíveis.

 

A caneta, rolando,

Absolve a inevitabilidade de todas as mortes.

 

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publicado por Maria João Brito de Sousa às 16:48








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