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QUASE, QUASE...

Segunda-feira, 27.07.09

Sobrevoam-se passeios e canteiros,

A alma a diluir-se,

De partida, por entre pedras, caules e outras gentes.

Alheia. Cada vez mais,

Quase, quase a terminar ali,

Onde os longes se fundem em nós,

Onde as ausências são omnipresentes.

 

Ali, onde quase, quase,

Se destilam sensações,

Onde quase, quase se sente a partida

Como se alguma coisa se pudesse ainda sentir,

Naqueles canteiros húmidos de indecisão…

 

Se se pudesse sentir,

Não estaríamos quase, quase de partida

Porque onde a partida quase, quase se sente,

Já tudo o mais deixou de ser sentido.

Ou quase, quase…

 

 

 

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publicado por Maria João Brito de Sousa às 14:08


2 comentários

De Fisga a 29.07.2009 às 17:48

onde quase, quase. Já tudo o mais deixou de ser sentido.
Onde quase, quase, se destilam sensações.
Onde quase, quase, já depois de termos partido.
Ainda andamos quase, quase, aos trambolhões.
...................................................................
Gostei. Parabéns. Pelo quase, quase. Abraço. quase, quase.
Eduardo quase, quase.

De Maria João Brito de Sousa a 30.07.2009 às 10:43

Olha que este não é tão linear quanto parece... quase, quase Eduardo...
:)
Abraço grande!

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