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QUASE, QUASE...

Segunda-feira, 27.07.09

Sobrevoam-se passeios e canteiros,

A alma a diluir-se,

De partida, por entre pedras, caules e outras gentes.

Alheia. Cada vez mais,

Quase, quase a terminar ali,

Onde os longes se fundem em nós,

Onde as ausências são omnipresentes.

 

Ali, onde quase, quase,

Se destilam sensações,

Onde quase, quase se sente a partida

Como se alguma coisa se pudesse ainda sentir,

Naqueles canteiros húmidos de indecisão…

 

Se se pudesse sentir,

Não estaríamos quase, quase de partida

Porque onde a partida quase, quase se sente,

Já tudo o mais deixou de ser sentido.

Ou quase, quase…

 

 

 

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publicado por Maria João Brito de Sousa às 14:08


17 comentários

De Maria João Brito de Sousa a 31.07.2009 às 12:04

`Peraí!!! Isto é apenas a descrição de um momento que já passou, em Abril deste ano, pela última vez, e eu te garanto que o único motivo que me levou a essa "desistência" foi a incapacidade de sentir mais dores, o enorme desequilíbrio hidroelectrolítico e adesgraça que foi estar sem dormir durante quase três semanas... e não foi por falta de sono1 Foi porque as dores eram tantas que eu não conseguia dormir! Sai-me lá tu dessas negociações com o S. Pedro porque são muito prematuras!
Um grande, grande abraço e diz-lhe lá que fica para daqui a muitos e bons anos! :)

De Fisga a 31.07.2009 às 20:33

Olá amiga João. Eu estava a brincar contigo. Eu já faz muito tempo, que eu arranjei uma documentação falsa em como já tinha morrido, e mandei-a para lá, para o S. Pedro. Resumindo, ele agora pensa que eu que já estou no inferno, já deu baixa do meu cadastro e agora estou esquecido. Abraço e tudo de bom. Eduardo.

De Maria João Brito de Sousa a 03.08.2009 às 14:21

:)))) Só tu! Hás-de-me contar onde é que se arranja essa documentação...
:)))))

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