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QUASE, QUASE...

Segunda-feira, 27.07.09

Sobrevoam-se passeios e canteiros,

A alma a diluir-se,

De partida, por entre pedras, caules e outras gentes.

Alheia. Cada vez mais,

Quase, quase a terminar ali,

Onde os longes se fundem em nós,

Onde as ausências são omnipresentes.

 

Ali, onde quase, quase,

Se destilam sensações,

Onde quase, quase se sente a partida

Como se alguma coisa se pudesse ainda sentir,

Naqueles canteiros húmidos de indecisão…

 

Se se pudesse sentir,

Não estaríamos quase, quase de partida

Porque onde a partida quase, quase se sente,

Já tudo o mais deixou de ser sentido.

Ou quase, quase…

 

 

 

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publicado por Maria João Brito de Sousa às 14:08


17 comentários

De Maria João Brito de Sousa a 05.08.2009 às 10:51

Olha! Vim agora mesmo do teu blog, ví o vídeo sobre um poema da Florbela e, quando ia comentar, este palerma deste pc não deixou!!!
E olha que tentei várias vezes! Acho que está a embirrar comigo... mas na nossa amiga Idalina deixou... não sei que se passa, mas já sabes que eu estive lá e gostei muito de conhecer um poema que não conhecia... e também gostaria muito de saber muito de informática para fazer um vídeo de um poema meu.
Abraço grande!

De Fisga a 05.08.2009 às 16:10

Olá amiga João. Vi que não conseguiste comentar o meu blog. Não te rales por isso, Eu sei o que isso é. A mim acontece-me o seguinte: Escrevo, vou para publicar diz que o meu endereço não existe, vou para publicar como anónimo, diz que não posso, porque tenho blog. Volta a tentar por o meu url. DIZ-ME QUE NÃO EXISTE O ENDEREÇO. E ANDO NISTO ATÉ QUE ME CHATEIO E DESISTO. QUANTO AO VÍDEO. MINHA AMIGA. AQUELE VÍDEO COM O MEU POEMA, NÃO FUI EU QUE O FIZ, Foi um Senhor que tem um canal por conta dele no youtube e faz vídeos, pediu-me se podia fazer um vídeo com o meu poema e eu disse que sim. Eu também não sei fazer, eu sei de quem sabe fazer, mas parece que querem levar a sabedoria para a cova, Não gostam de ensinar, Eu se soubesse ensinaria a todas as pessoas que se mostrassem interessadas em saber. Mas enfim. É a vida. Um Abraço Eduardo.

De Maria João Brito de Sousa a 05.08.2009 às 16:16

Caramba! A mim nunca ninguém me pediu para fazer um videozinho de um dos meus poemas... e eu não me importava nada! :)) Mas pode ser que um dia... quem sabe?
Olha, estou triste porque o Pepe conseguiu escapar-se da gaiola e o Kico comeu-lhe a cabecita. Estou cheia de remorsos, mas ainda não consegui perceber como é que ele conseguiu escapar. Só tinha um intervalo de poucos milímetros...
Abraço grande.

De Fisga a 05.08.2009 às 16:47

Olha amiga. O pobre do Lugre tinha o destino marcado assim. Não morreu do mal, morreu da cura. Enquanto a dona for escapando, é uma sorte. Vá não chores vê se te animas, que isso logo passa. Abraço Eduardo.

De Maria João Brito de Sousa a 05.08.2009 às 16:55

Eu sei que acaba por se tornar menos doloroso, com o tempo, mas a verdade é que me sinto uma idiota irresponsável...
Abraço! :(

De Fisga a 06.08.2009 às 09:06

Olá amiga João. Olha amiga, Não resolve nada com a autoflagelação. Não te culpes, afinal para que serve a tua crença no destino? Tinha que acontecer assim. Agora resta-te pensar, que para a próxima vez tens que ser mais vigilante se tanto for possível. Vá não te martirizes. Que só te fás sofrer, e não resolve nada, porque já nada tem solução. Abraço Eduardo.

De Maria João Brito de Sousa a 06.08.2009 às 11:20

Pois... mas se eu tivesse ficado em casa, a tomar conta dele, isto não teria acontecido. Mas tens razão, não vale a pena recriminar-me demasiado, senão ainda fico pior do que já estou.
Abraço grande.

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