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ESPAÇOS

Quarta-feira, 08.04.09

As nuvens descomprometem-se

Serenas, vagarosas,

Lá, no imenso azul das verticais

De cada desconhecido.

 

Lambem-se os gatos

No desfastio das horas mais fecundas

E afunda-se outro sol

Por desvendar em luas.

 

Propõem-se-nos outros vazios,

Alaranjados, nas arestas

De cada um dos horizontes.

 

Espaços. Apenas espaços

Onde terminam os vazios

Aonde se chega de autocarro

Ao comboio de todos os dias.

 

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publicado por Maria João Brito de Sousa às 13:04


1 comentário

De Fisga a 11.04.2009 às 13:06

Olha amiga. Tu estás a evoluir para uma outra dimensão poética, mas que não é menos importante, e menos bonita que as anteriores. Eu estou à espera de algo que tu faças e que não seja bom, bonito, e barato. Parabéns Abraço Eduardo.

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