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ESPAÇOS

Quarta-feira, 08.04.09

As nuvens descomprometem-se

Serenas, vagarosas,

Lá, no imenso azul das verticais

De cada desconhecido.

 

Lambem-se os gatos

No desfastio das horas mais fecundas

E afunda-se outro sol

Por desvendar em luas.

 

Propõem-se-nos outros vazios,

Alaranjados, nas arestas

De cada um dos horizontes.

 

Espaços. Apenas espaços

Onde terminam os vazios

Aonde se chega de autocarro

Ao comboio de todos os dias.

 

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publicado por Maria João Brito de Sousa às 13:04


17 comentários

De Maria João Brito de Sousa a 09.04.2009 às 13:41

Sabes, Eduardo, o meu conceito pessoal de "estudo" não se encaixa lá muito bem nos conceitos vigentes entre a maioria. Isto de viver o dia a dia como eu vivo, é o maior e mais belo curso que já fiz. Nunca aprendi tanto em toda a minha vida, excepto, talvez, na primeira infância que é o período áureo da aprendizagem.
Um abraço amigo!

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